quarta-feira, 12 de outubro de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
HISTÓRIA DO FUXICO
HISTÓRIA DO FUXICO
O fuxico começou na época da escravatura, onde os escravos ganhavam de seus senhores restos de tecidos,e como eles eram muito criativos confeccionavam lindas colchas de fuxico para aquece-los no inverno.O fuxico atravessou gerações e hoje é moda no mundo todo,com direito até de estar em alta costura. Vários estilistas famosos usam a costumização através do fuxico ,é um acessório de luxo.
HISTÓRIA DO FUXICO
O fuxico é o nome dado a um tipo de artesanato feito com tecido, agulha, linha e muita, muita paciência.
Sua origem é incerta. Não se tem registro de onde e nem de quando esta idéia de reaproveitar retalhos de tecido começou. Sabe se apenas que hoje em dia ele é feito em várias partes do mundo.
Aqui no Brasil recebeu este nome porque era feito por grupos de mulheres, que se reuniam nas horas vagas, para confeccionar com as sobras de tecidos, toalhas, tapetes, colchas e o que mais a imaginação criasse. Enquanto trabalhavam, também falavam, por isso o nome "fuxico" (fofoca). Mas não fofocavam, como se quer fazer acreditar, e sim discutiam sobre seus problemas do dia-a-dia, além de incrementar a renda doméstica, vendendo para amigas os trabalhos por elas produzidos. Além do uso na decoração, ele também passou a ser utilizado na confecção de roupas. Sinal de que, mesmo que a indústria têxtil produza tecidos altamente tecnológicos, o artesanato não sai de moda.
O fuxico é feito principalmente nas cidades pequenas pois, por ser totalmente artesanal, requer tempo e isto hoje em dia está cada vez mais escasso nas grandes cidades. É no interior do país que se mantém a tradição.
Mas, seja no interior, ou na cidade grande,uma coisa é certa, nenhum país produz tanto fuxico como o Brasil. Talvez pelo fato do brasileiro ser tão habilidoso para o artesanato, criativo para transformar a matéria ou ter sempre que dar um jeitinho para superar o desemprego.
DESCONHEÇO O AUTOR DO TEXTO ACIMA.
O fuxico começou na época da escravatura, onde os escravos ganhavam de seus senhores restos de tecidos,e como eles eram muito criativos confeccionavam lindas colchas de fuxico para aquece-los no inverno.O fuxico atravessou gerações e hoje é moda no mundo todo,com direito até de estar em alta costura. Vários estilistas famosos usam a costumização através do fuxico ,é um acessório de luxo.
HISTÓRIA DO FUXICO
O fuxico é o nome dado a um tipo de artesanato feito com tecido, agulha, linha e muita, muita paciência.
Sua origem é incerta. Não se tem registro de onde e nem de quando esta idéia de reaproveitar retalhos de tecido começou. Sabe se apenas que hoje em dia ele é feito em várias partes do mundo.
Aqui no Brasil recebeu este nome porque era feito por grupos de mulheres, que se reuniam nas horas vagas, para confeccionar com as sobras de tecidos, toalhas, tapetes, colchas e o que mais a imaginação criasse. Enquanto trabalhavam, também falavam, por isso o nome "fuxico" (fofoca). Mas não fofocavam, como se quer fazer acreditar, e sim discutiam sobre seus problemas do dia-a-dia, além de incrementar a renda doméstica, vendendo para amigas os trabalhos por elas produzidos. Além do uso na decoração, ele também passou a ser utilizado na confecção de roupas. Sinal de que, mesmo que a indústria têxtil produza tecidos altamente tecnológicos, o artesanato não sai de moda.
O fuxico é feito principalmente nas cidades pequenas pois, por ser totalmente artesanal, requer tempo e isto hoje em dia está cada vez mais escasso nas grandes cidades. É no interior do país que se mantém a tradição.
Mas, seja no interior, ou na cidade grande,uma coisa é certa, nenhum país produz tanto fuxico como o Brasil. Talvez pelo fato do brasileiro ser tão habilidoso para o artesanato, criativo para transformar a matéria ou ter sempre que dar um jeitinho para superar o desemprego.
DESCONHEÇO O AUTOR DO TEXTO ACIMA.
sábado, 21 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
Quilting
Quilting Livre
Free Motion Quilting, ou Quilting Livre, como chamamos aqui no Brasil, é um sonho para muitas das nossas quilteiras. Sim, um sonho, porque demoramos a nos sentir seguras para nos atrevermos a começar a brincadeira (deliciosa, diga-se de passagem).
O quilting reto é mais fácil no início, pois requer uma prática que já temos, que é aquela de apenas direcionar o trabalho, para que a máquina costure reto e na direção certa, exatamente como na costura de união dos retalhos.
Já o Quilting Livre requer prática, muita prática. Isso quer dizer que é difícil ou que levará anos para que consigamos? Não, de forma alguma. Apenas quer dizer que devemos praticar diariamente, por uns dez a quinze minutos, por apenas alguns dias, até poder quiltar um trabalho "oficial". O treinamento pode ser feito em pequenos sanduiches (de uns 40 x 50 cm, mais ou menos) e tem uma breve preparação psicológica...rs.
Procure uma posição confortável e lembre-se de que é apenas um treino. Não tensione os ombros e apenas deixe fluir, sem se importar com o resultado. Faça inicialmente movimentos em qualquer direção, apenas com o intuito de determinar a velocidade do movimento que faz com as mãos e a velocidade da máquina. A nossa tendencia é diminuir a velocidade da máquina de acordo com a velocidade das mãos (quando a máquina não tem controle de velocidade e essa é imposta ao pisar no pedal). Isso é um erro, pois a máquina deve estar em velocidade maior e as mãos em movimentos mais suaves. Máquinas que possuem controle de velocidade facilitam muito o aprendizado e o trabalho com um todo.
A relação entre essas duas velocidades (das mãos e da máquina) é que determina o tamanho dos pontos. Se você diminuir a velocidade da máquina e o movimento das mãos esta muito rápido, os pontos ficarão maiores, Se a velocidade da máquina esta muito alta e a do movimento das mãos esta baixa, os pontos ficarão pequenos demais. Esse primeiro treino, movendo o sanduíche em qualquer e em todas as direções, é apenas para que possa estabelecer um padrão de velocidades, para que você consiga uniformidade no tamanho dos pontos.
Depois de conseguir que os pontos fiquem com o mesmo tamanho, faça treinos de desenhos específicos, como o que simula o símbolo do infinito (um oito deitado), ondas em série para a direita e depois de certo tempo para a esquerda e assim por diante. É conveniente desenhar com um lápis sobre uma folha de papel o desenho que faremos a seguir, para que a mente "aprenda" o desenho e assim possamos ter o trabalho facilitado.

O desenho que mais agrada e que chamamos de "Caminho Sem Fim" deve ser feitos depois, porque é necessário ter certa prática, já que não estamos mais seguindo um desenho pré determinado e sim vamos ter que ir seguindo o trabalho ao mesmo tempo em que "improvisamos" o caminho, criando o desenho na hora, segundo o espaço que estamos trabalhando.
Free Motion Quilting, ou Quilting Livre, como chamamos aqui no Brasil, é um sonho para muitas das nossas quilteiras. Sim, um sonho, porque demoramos a nos sentir seguras para nos atrevermos a começar a brincadeira (deliciosa, diga-se de passagem).
O quilting reto é mais fácil no início, pois requer uma prática que já temos, que é aquela de apenas direcionar o trabalho, para que a máquina costure reto e na direção certa, exatamente como na costura de união dos retalhos.
Já o Quilting Livre requer prática, muita prática. Isso quer dizer que é difícil ou que levará anos para que consigamos? Não, de forma alguma. Apenas quer dizer que devemos praticar diariamente, por uns dez a quinze minutos, por apenas alguns dias, até poder quiltar um trabalho "oficial". O treinamento pode ser feito em pequenos sanduiches (de uns 40 x 50 cm, mais ou menos) e tem uma breve preparação psicológica...rs.
Procure uma posição confortável e lembre-se de que é apenas um treino. Não tensione os ombros e apenas deixe fluir, sem se importar com o resultado. Faça inicialmente movimentos em qualquer direção, apenas com o intuito de determinar a velocidade do movimento que faz com as mãos e a velocidade da máquina. A nossa tendencia é diminuir a velocidade da máquina de acordo com a velocidade das mãos (quando a máquina não tem controle de velocidade e essa é imposta ao pisar no pedal). Isso é um erro, pois a máquina deve estar em velocidade maior e as mãos em movimentos mais suaves. Máquinas que possuem controle de velocidade facilitam muito o aprendizado e o trabalho com um todo.
A relação entre essas duas velocidades (das mãos e da máquina) é que determina o tamanho dos pontos. Se você diminuir a velocidade da máquina e o movimento das mãos esta muito rápido, os pontos ficarão maiores, Se a velocidade da máquina esta muito alta e a do movimento das mãos esta baixa, os pontos ficarão pequenos demais. Esse primeiro treino, movendo o sanduíche em qualquer e em todas as direções, é apenas para que possa estabelecer um padrão de velocidades, para que você consiga uniformidade no tamanho dos pontos.
Depois de conseguir que os pontos fiquem com o mesmo tamanho, faça treinos de desenhos específicos, como o que simula o símbolo do infinito (um oito deitado), ondas em série para a direita e depois de certo tempo para a esquerda e assim por diante. É conveniente desenhar com um lápis sobre uma folha de papel o desenho que faremos a seguir, para que a mente "aprenda" o desenho e assim possamos ter o trabalho facilitado.

O desenho que mais agrada e que chamamos de "Caminho Sem Fim" deve ser feitos depois, porque é necessário ter certa prática, já que não estamos mais seguindo um desenho pré determinado e sim vamos ter que ir seguindo o trabalho ao mesmo tempo em que "improvisamos" o caminho, criando o desenho na hora, segundo o espaço que estamos trabalhando.
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